Gastos

GASTO PÚBLICO E EFICIÊNCIA

Gastos

Quanto foi gasto, por quê, com qual instrumento e qual resultado pode ser comprovado?

Esta seção separa doação, financiamento, garantia pública, viagem oficial, execução orçamentária e entrega física. Valor alto, sozinho, não prova desperdício.

Investigações de gastos

Viagens oficiais

Evolução dos gastos, compras urgentes, alterações de itinerário e critérios de economicidade.

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Haiti

Doação para reconstrução, hospitais, formação profissional e debate sobre prioridades públicas.

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Moçambique

Fábrica pública de medicamentos, doação autorizada em lei, valores divulgados e resultados do projeto.

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BNDES e FGE

Financiamentos à exportação, inadimplência externa, garantias e risco absorvido pelo FGE.

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GESTÃO E ENTREGA

Novos dossiês sobre eficiência do gasto público

NOVAS AUDITORIAS · 2026

Planejamento, orçamento e renúncia fiscal

  • Hospitais federais do Rio: reestruturação de unidades com cerca de R$ 2 bilhões anuais em gastos e estudos técnicos considerados insuficientes pelo TCU.
  • Gastos fora do Orçamento: fundos e contas segregadas com menor rastreabilidade e riscos à transparência fiscal.
  • Incentivos de TIC: renúncia fiscal estimada entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões anuais, com fragilidades para medir resultados.

Execução, metas e documentos

Os casos de saúde, assistência social, Novo PAC, obras educacionais e outras metas de execução estão organizados em Promessas e fiscalização.

As fontes primárias utilizadas nas investigações também estão reunidas em Documentos.

Critério: dotação autorizada ≠ empenho ≠ liquidação ≠ pagamento ≠ entrega física ≠ resultado social. A seção evita tratar orçamento autorizado como dinheiro efetivamente gasto ou baixa execução como prova automática de corrupção.